Artigos diversos
Reflexão sobre o óbvio
Se o homem é um bicho cultural, que vive num mundo cultural, a diferença de conhecimento entre os indivíduos — sem falar na capacidade intelectual que é também desigual — os situa diferentemente na sociedade, ou seja, quanto mais conhecimento, quanto mais competência, melhores ganhos, maiores possibilidades de enriquecer e melhor posição na hierarquia de poder dentro da sociedade.
Novas tecnologias e a nuvem dispersa do conhecimento
O professor Helio Waldman, da Faculdade de
Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC), vem se dedicando
nos últimos tempos à reflexão sobre o impacto das novas
tecnologias nas relações de trabalho, no processo educacional e na
sociedade. Nesta entrevista Waldman
não se limita a abordar estes temas. Avança com agudeza sobre suas
causas, desdobramentos e efeitos - sejam históricos, imediatos ou futuros -
e analisa as profundas transformações pelas quais passa seu objeto de
estudo.
Modernismo y globalización
No ensaio
Geografias do modernismo num mundo globalizado, o pensador alemão Andreas Huyssen, um dos maiores especialistas mundiais em globalização, reflexiona sobre a genealogia desse processo. Reproduzimos alguns fragmentos publicados no jornal argentino La Nación.
O caos da esfera pública
Novas tecnologias, sobretudo a TV, modificam o palco de aparição do intelectual, aguçam sua vaidade natural e o forçam a competir com políticos e jornalistas pela atenção do público. Artigo de Jürgen Habermas.
A ignorância da sociedade do conhecimento
Robert Kurz critica que a chamada sociedade do conhecimento não é bem isso que nos estão vendendo, havendo uma equiparação da informação com conhecimento. Indica que se está transformando o que pode da vida social e intelectual em sinais codificáveis, em sinais estocáveis e transmissíveis, como reflexos condicionados, e que isso não é conhecimento.
Construções ideológicas em torno da identidade do
trabalhador em educação
O texto foi apresentado, por Elson Rezende de Mello, no I Fórum da Região Sudeste, realizado em Viçosa nos dias 5 e 6 de dezembro de 2007, e trata da identidade dos técnicos administrativos e de algumas falácias do famoso Projeto de Universidade Cidadã, pedra de toque das ideologizações construídas pela Fasubra.