Bem que a Fasubra quis desconhecer a existência, primeiro, do movimento TNS,
depois da Atens Nacional. Mas já saiu a campo a defender seu feudo de
representação, querendo mostrar força, num documento em que
manipula opiniões do Edilson, diretor da Atens Nacional, apresentando-as
como se fossem do Marcos Aurélio, do Mec, que recebeu a diretoria da Atens
Nacional em audiência no dia 31 de agosto de 2009.
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